Em goles de cerveja, bares e no que toca o violão
Levando aos seus
ouvidos minhas mais infames bobagens
Não busco ir para cama
esperando o amanhã
Necessito hoje a
verdade, os supérfluos detalhes
Que só podem ser
ouvidos em canções
Os corpos despidos
dos problemas que se curam na cama
É preciso espiar seu corpo
cheio de malícia
Se infiltrando em meus
desejos mais sacanas
Enquanto a cerveja
limpa as cabeças
Restando apenas libido e suor
Para eu esquecer do
mundo. Tudo!
Conceber o presente como a maior das alquimias
O prazer à cura do
mal
Deixando para trás as
feridas.